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domingo, 28 de junho de 2015

PORTAL DA CABALA - Mini-aula de Torá - Conexão (40) Uma Grande Benção


27/06 a 04/07/2015
Conexão da Semana: Uma Grande Benção  

A porção da Torá desta semana fala sobre uma grande benção. O episódio conta que Balac, o rei dos Moabitas, chama um mago de nome Bilam para amaldiçoar Moisés e seu povo. O mago, no entanto, ao caminhar sobre uma jumenta, recebe uma forte revelação divina e acaba trocando a maldição por uma benção.

Há um grande ensinamento por trás deste episódio, que explica que até mesmo um mago dominado por sentimentos negativos, pode, a qualquer momento, “despertar” e seguir um caminho de Luz. Isto acontece porque as diferenças entre nós são predominantes apenas nas cascas. A verdade é que possuímos uma essência muito semelhante. Todos nós queremos estar mais próximos da Luz do mundo infinito.

A cabala ensina que a proximidade desta Luz resgata o nosso desejo de compartilhar e possibilita a transformação de qualquer problema aparente de nossa vida, seja ele qual for.

É com esta consciência, reveladora, que caminhamos para a próxima semana, porção de Pinchás, momento com maior força de cura em todo ano. Nos preparamos para uma grande benção.

Shalom!

A seguir a mini-aula da semana.

Mini-Aula: http://www.youtube.com/watch?v=e41J8lljMVo

[]s Ian Mecler.

Aguardem: Próxima semana, novo estudo 


Conexão 41 - A Cura





FÁBULAS DE ESOPO - O Pastor e o Leão



 O PASTOR E O LEÃO
B
Quando se procura às cegas,
podemos encontrar qualquer coisa..
.
Certo dia, ao contar suas Ovelhas, um Pastor chegou à conclusão que algumas estavam faltando.

Muito bravo, aos gritos, cheio de presunção e arrogância, disse que gostaria de pegar o responsável por aquilo e puni-lo com suas próprias mãos, da forma merecida.

Suspeitava de um Lobo que vira afastar-se em direção à uma região rochosa entre as colinas, onde existiam cavernas infestadas deles.

Mas, antes de ir até lá, fez uma promessa aos deuses, dizendo que lhes daria em sacrifício, a mais gorda e bela das suas Ovelhas, se estes lhes ajudassem a encontrar o ladrão.

Após procurar em vão, sem encontrar, nenhum Lobo, quando passava diante de uma grande caverna ao pé da montanha, um enorme Leão, saindo de dentro, põe-se à sua frente, carregando na boca uma de suas Ovelhas. Cheio de pavor o Pastor cai de joelhos e suplica aos deuses:

"Piedade, bondosos deuses, os homens não sabem o que falam! Para encontrar o ladrão ofereci em sacrifício a mais gorda das minhas ovelhas. Agora, prometo-lhe o maior e mais belo Touro, desde que faça com que o ladrão vá embora para longe de mim!"


Moral da História:
O sábio não resolve um problema criando outros tantos.
Se não temos certeza dos desdobramentos de uma ação, o mais sensato é deixá-la de lado.



UM LUGAR PARA OS JUSTOS - URCI - - Universidade Rose-Croix Internacional



Julgamento Tribunal de Osíres - papiro
UM LUGAR PARA OS JUSTOS: 
n
concepção de vida além-túmulo 
dos Antigos Egípcios

Shara Lorena Gritten Mello

No Egito Antigo sempre houve uma preocupação com a vida além-túmulo, muitas concepções foram construídas ao longo de três mil anos de história. Na crença egípcia acreditava-se que o ser humano era dividido em partes físicas e não físicas, no momento da morte elas se separavam e voltariam a se reunir no outro mundo. As partes físicas eram: O corpo físico (Ket), a sombra (Shut), o nome (Ren) e o coração (Ib).As partes não físicas: A força vital (Ka), princípio da mobilidade (Ba) e o princípio da imortalidade (Akh).

Uma dasconcepções de vida após a morte bastante presente no contexto funerário dos faraós dizia que após a morte,o defunto se juntaria ao deus Rá em sua barca, ajudando-o a vencer a serpente Apep a qual enfrentaria todas as noites. Com a vitória, o sol poderia renascer em um novo dia.

Com as dinastias do Reino Médio (2050-1750 a.C.) as práticas funerárias se popularizaram e a mumificação tornou-se acessível a todas as pessoas. A concepção mais aceita pelos antigos egípcios, a partir desse momento, foi a de uma vida eterna no Paraíso Agrário de Osíris.

A morte não era o fim para os antigos egípcios.O maior medo era se tornar um morto para sempre. Isso aconteceria quando o egípcio não era justo em vida e infringisse uma das 42 regras de Maat. Para assegurar que o defunto se juntaria a Osíris, ele deveria passar por um julgamento que aconteceria na Sala das Duas Verdades. O morto seria guiado pelo deus Anúbis, que através da magia, o coração (Ib) seria retirado para a pesagem. O coração era uma das partes mais importantes para o egípcio, pois era a consciência. De um lado da balança seria depositado o coração e do outro estaria a pena de Maat (símbolo da verdade e da justiça). A sentença era dada e os resultados eram anotados pelo deus Toth. Se fosse positivo, o morto se juntaria ao deus Osíris e viveria eternamente nos campos de Aaru (Paraíso Agrário). Se negativo, o coração do defunto seria devorado pela deusa Âmit, divindade com corpo de leão, pernas de hipopótamo e cabeça de crocodilo. Assim, o morto desapareceria, pois para os egípcios eram necessária todas as partes para renascer no outro mundo. Por esse motivo, muitos amuletos e fórmulas mágicas foram produzidos para assegurar que o coração não se virasse contra seu dono, garantindo a boa passagem do morto para o além.


URCI - Universidade Rose-Croix Internacional

Cruz Ansata
Escaravelho 




EXPERIMENTO - A PLENA ATENÇÃO


Na maior parte do tempo nos movemos inconscientes do que fazemos. Em outras palavras, estamos tão condicionados às atividades do cotidiano, que não prestamos mais atenção nelas. Andamos, comemos, escovamos os dentes e até trabalhamos com a mente dispersa, ou seja, não estamos "presentes", "inteiros", em nossos atos.

Deixar a mente vagar a esmo enquanto atuamos pode entravar nosso desenvolvimento espiritual, pois enfraquece a concentração, a atenção e mesmo a força de vontade, esta última uma das chaves do êxito em questões místicas.

Programe-se para, ao menos um dia por semana, prestar atenção em tudo o que fizer, enquanto o faz. Por exemplo, quando estiver caminhando, não deixe a mente vagar, mas preste atenção no ato de caminhar, esteja "presente” nele, sem pensar em nada mais; o mesmo quando estiver comendo, trabalhando, tomando banho etc. Quando perceber que está se distraindo mentalmente, volte gentilmente a mente à concentração do que está fazendo. Verá o quão difícil isso é no começo, mas persista.

Com o tempo de prática, algo surpreendente vai acontecer: você perceberá que, mesmo acordado, esteve "dormindo” por muito tempo e não captou inúmeras nuanças da vida e das coisas ao seu redor. É possível mesmo que um “mundo novo” se descortine no cenário que você pensava conhecer bem!

#AMORC #ROSACRUZ


O CAMINHO DO MEIO


Há muitos anos havia no oriente um velho mestre que morava em um local de difícil acesso. Ele vivia em uma caverna que ficava atrás de um imenso lago de água extremamente salgada e de tonalidade bastante escura. A única forma de chegar até ele era atravessando o lago, pois atrás da caverna havia um profundo abismo.

Como a fama de sua sabedoria já havia corrido o mundo, inúmeros candidatos vinham até o velho mestre, pedindo que ele os aceitasse como discípulos. Embora o velho estivesse disposto a ensinar, sentia que para alcançar a sabedoria, seria necessário que o candidato provasse sua dignidade. A prova por ele estabelecida era a seguinte: o candidato deveria atravessar o lago, sem utilizar nenhum tipo de embarcação, trazendo nas mãos uma flor de acácia. Se a flor lhe fosse entregue sem murchar, o candidato seria aceito.

Durante anos, muitos tentaram sem obter sucesso, porque devido à alta salinidade do lago, os candidatos sempre acabavam por deixar que a flor perecesse. A maioria deles tentava ir bem próximo às margens, pois acreditavam ser esse o melhor caminho. Entretanto, tal trajeto só fazia aumentar o percurso, que por si só já era bastante longo.

Certo dia foi até ele um jovem chamado Ovídio, também disposto a vencer o desafio. Ovídio era um jovem inteligente e suas intenções eram sinceras e o mestre desejou, em seu coração, que o rapaz fosse mais feliz que os demais na execução da tarefa.

Ovídio já havia visto muitos de seus amigos tentarem a travessia sem sucesso, e sendo bom observador, percebeu que eles sempre tentavam nadar pela beirada próxima à margem. Decidiu então fazer um caminho diferente; resolveu seguir sua intuição e tentar o caminho do meio. Foi uma decisão bastante difícil, pois estando no meio de um lago tão extenso não seria possível retornar caso algo não corresse bem, mas sua decisão estava tomada, e ele não pretendia voltar atrás.

Pegou a mais bela flor de acácia que encontrou e dirigiu-se para o centro do lago. Nadou uns poucos metros e, então, percebeu que o lago parecia ser bem mais raso no centro. Arriscou ficar em pé e logo viu que podia fazê-lo com facilidade. A partir daí caminhou, tranquilamente, até a outra margem, onde o mestre já o aguardava, com um sorriso nos lábios.

Ao chegar, Ovídio entregou a flor intacta ao mestre, que a recebeu com alegria dizendo:

– Hoje você teve sua primeira lição. Na vida, assim como você percebeu ao atravessar o lago, o melhor caminho é sempre o Caminho do Meio. Em tudo o que fizermos na vida deve haver equilíbrio e moderação. Devemos ser moderados no comer, no beber, etc. É importante dar um passo de cada vez, sem pressa e sem pular etapas.

Ovídio passou muitos anos como discípulo e, mais tarde, tornou-se ele próprio um mestre, o que aconteceu naturalmente, sem pular etapas e seguindo sempre pelo Caminho do Meio.

Retirado da Sociedade das Ciências Antigas (SCA)






O RIO E O OCEANO - Osho




Diz-se que, mesmo antes de um rio cair no oceano
 ele treme de medo.
Olha para trás, para toda a jornada, os cumes,
 as montanhas, o longo caminho sinuoso 
através das florestas, através dos povoados, 
e vê à sua frente um oceano tão vasto que entrar
nele nada mais é do que desaparecer para sempre.
Mas não há outra maneira.
O rio não pode voltar.
Ninguém pode voltar.
Voltar é impossível na existência.
Você pode apenas ir em frente.
O rio precisa se arriscar e entrar no oceano.
E somente quando ele entra no oceano
            é que o medo desaparece.
Porque apenas então o rio saberá que não se trata
    de desaparecer no oceano, mas tornar-se oceano.
Por um lado é desaparecimento
            e por outro lado é renascimento.
Assim somos nós.
Só podemos ir em frente e arriscar.
Coragem!!!
                 Avancemos firmes e tornemo-nos Oceano!!!


Osho






MISSÃO, VISÃO, VALORES - Rosacruz



Missão
A Ordem Rosacruz, AMORC é uma organização internacional de caráter místico-filosófico, que tem por missão despertar o potencial interior do ser humano, auxiliando-o em seu desenvolvimento, em espírito de fraternidade, respeitando a liberdade individual, dentro da Tradição e da Cultura Rosacruz.

Visão
Inovar seus processos e formas de atuação
Ser uma organização reconhecida por suas ações no desenvolvimento do indivíduo, da sociedade e do meio ambiente
Crescer de forma sustentável, garantindo seu ponto de equilíbrio
Ser referência de atendimento fraternal

Valores
Ética e Humanismo
Sinceridade de Propósitos
Liberdade de Pensamento e Crença
Espiritualidade e Ecologia
Espírito de Fraternidade