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terça-feira, 28 de junho de 2016

A LUZ QUE VEM DO LESTE - Poema Rosacruz



Eu era um jovem perdido
Em brumas de vãs filosofias,
Errando por não poder achar com a mente
A porta estreita da verdade.

O que procurava, então?
Procurava um sentido, procurava poesia,
Procurava um irmão.
Do Sanctum Celestial,
Sábios graves, sem que eu soubesse,
Me inspiravam na intuição.

Um dia, lendo um poeta,
Quando poeta eu já era,
Me foi revelado o símbolo
Onde se vê , através,
O Cristo.

Bati à porta do templo,
Depois de estudo e espera
(Que não contava a ninguém).
O guardião me avisou:
Era chegada a hora.

Uma vestal me guiava,
Juntamente ao guardião
Nos perigos, fora e dentro da alma.
No templo, tudo escuro.
A eternidade me habitava.
Era uma prova de morte.

Depois de vencido os sentidos,
Vi o sol além do Egito.
A Rosacruz sublime, para sempre,
Era minha no alto do leste.
Acordei da escuridão.
O profano havia morrido.
Outubro, 2014. DO LIVRO POESIA ATÉ AGORA.





"OITO GRAUS DA CARIDADE"


Para que os Amados Irmãos possam analisar e meditar sobre suas ações
filantrópicas, transcrevo a seguir os "Oito graus da Caridade", idealizados 
por Maimónides, filósofo israelita do século XII:

1. Na caridade existem oito graus. O primeiro, o mais baixo, é o que 

consiste  em dar, porém, com má vontade. Esta é a dádiva da mão, nunca 
do coração;

2. O segundo é aquele em que se dá com prazer, não sendo a dádiva 

proporcional, entretanto, às necessidades daquele que sofre;

3. O terceiro, quando se dá de boa vontade e proporcionalmente às 

necessidades  do pobre, quando se é solicitado para isso;

4. O quarto, quando se dá espontânea e proporcionalmente às 

necessidades do que sofre, entregando-lhe, porém, nas mãos e 
provocando por esse meio a dolorosa emoção da vergonha;

5. O quinto consiste em dar de forma tal que o humilde recebe a esmola 

conheça seu benfeitor, sem que este chegue a conhecê-lo. Essa foi a 
conduta  de nossos antepassados, que pregavam moedas nas 
extremidades de suas capas, onde o pobre "as" recolhia sem ser visto;

6. O sexto que é da mais alta significação moral, é aquele no qual se 

conhece  pessoa que recebe a esmola sem que esta conheça o doador. 
Esta foi a norma observada por aqueles que tinham o costume de levar 
seus donativos aos necessitados, tendo o cuidado de não se fazer 
conhecer;

7. O sétimo grau, ainda mais meritório, consiste em socorrer sem que 

benfeitor seja conhecido do necessitado, sem que este o conheça, tal 
como ocorria durante a existência do Templo. Nesse lugar de devoção 
existia um lugar especial denominado esmoler. Em seu interior, as almas 
caritativas depositavam suas esmolas, indo os pobres recolhê-las com 
igual segredo;

8. Finalmente, o oitavo e mais meritório de todos, consiste em antecipar

caridade, evitando a pobreza, seja ajudando seu semelhante com uma 
boa concessão ou uma apreciável quantia, ou ensinando-lhe um ofício, 
de modo que possa ganhar a vida de maneira honesta, evitando a terrível 
necessidade de estender a mão à caridade pública. Este é o mais alto grau
da escada de ouro da caridade.

Seja como for do primeiro ao oitavo grau o mais importante é praticar a 

caridade, se possível passando de um grau ao superior. É obrigação 
Martinista a pratica da benemerência, em qualquer grau.


domingo, 19 de junho de 2016

PORTAL DA CABALA Mini-Aula de Torá - Conexão (37) Além da Lógica

18 a 25/06/2016
Conexão da Semana: Além da Lógica   

A porção da Torá desta semana narra um momento muito especial, quando, após uma caminhada de 40 anos, os Hebreus chegam à beira da Terra Prometida. Neste momento Moisés elege 12 representantes para averiguar as condições da terra. No entanto, a maioria deles é contra a entrada naquela terra, levando o povo a se voltar contra Moisés e, por isso, são condenados a vagar novamente pelo deserto.

Teria sido assim tão grande o pecado deste povo? Se o próprio Moisés selecionou 12 homens de sua confiança e 10 deles afirmaram ser impossível entrar naquela terra, não era lógico acreditar nisto?

Lógico, sem dúvidas. Mas a história daquele grupo jamais havia sido regida pela lógica. Afinal, quantas bênçãos e provas da dimensão do milagre eles já haviam recebido? A Torá está nos contando sobre uma história atual, porque não só eles, como nós também, teimamos em nos esquecer da benção que recebemos a cada dia de vida.

A conexão desta semana pede-nos a libertação do pensamento lógico e das estatísticas, para  ouvir a voz de Deus, que habita no espaço mais profundo de nosso ser.

Shalom!


A seguir a mini-aula da semana.
Mini-Aula da semana: http://www.youtube.com/watch?v=xx5nadzMNP4

[]s Ian Mecler.
Aguardem, próxima semana
  Conexão 38 - A Escolha Sábia
 


CERIMÔNIA DE AÇÃO DE GRAÇAS - R+C