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Caro Buscador, Seja bem-vindo à Câmara Externa da Antiga e Mística Ordem ROSACRUZ, AMORC! Esta modalidade de aproximação...

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

CONHECIMENTO ROSACRUZ - semanal- 4


PARE! LEIA! REFLITA!.

MISTICISMO E RELIGIÃO 
                                                            Sergio Carlos Covello, FRC
        É preciso não confundir misticismo com religião. Embora essas palavras evoquem o sagrado e o divino, religião designa tradicionalmente um conjunto de crenças, dogmas, costumes, normas e ritos de certa comunidade que adora um mesmo Deus. As religiões têm em geral um fundador, um ou mais líderes, escrituras sagradas e templos para o culto público. Organizam-se e hierarquizam-se para propagar a fé e conquistar adeptos. Com sua doutrina sobre a origem do mundo e do homem, o sentido da vida, o sofrimento e a morte e suas práticas litúrgicas, as religiões exercem poderosa influência sobre a conduta de seus seguidores e têm produzido místicos notáveis.

            O místico, todavia, não surge sempre de uma religião. Há místicos que não são religiosos, e religiosos que não são místicos, apesar de exercerem até a liderança religiosa.

A experiência mística não depende de organização ou hierarquia, nem templos materiais, nem escrituras sagradas, porque é uma percepção imediata do divino, uma atitude interior. Muitas vezes o místico se indispõe com a religião a que pertence ou encontra sérias dificuldades dentro dela por causa de sua conduta mística, que extrapola os costumes de sua comunidade. São Francisco de Assis e São João da Cruz são bons exemplos disso.

O místico entra quando quer no santuário de sua alma, onde encontra a Divindade. Ser místico é viver profundamente a realidade divina dentro de si. Tal vivência é transformadora, porque a união com o divino faz com que o homem materializado pelas ilusões do mundo se transforme em homem espiritual.

            Erro é supor que a experiência mística requer a fuga do mundo. Quando o indivíduo vive sua realidade divina, liberta-se do apego às coisas exteriores que o mundo oferece (lucros e perdas, prazeres e tristezas, honra e difamação), porque passa a desfrutar da felicidade interior que, por ser plena, dispensa os prazeres ilusórios e transitórios. Contudo, seu estado de bem-aventurança, longe de o isolar de seus semelhantes, faz com que se relacione melhor com todos os seres, sendo compreensivo, paciente, compassivo, magnânimo, generoso, caritativo e pacífico, qualidades típicas do altruísta. 



PORTAL DA CABALA - Mini-Aula de Torá - Conexão: 14 - O CHAMADO


21 A 28/01/2017
Conexão da Semana: O CHAMADO          

A porção da torá desta semana narra o início de um processo de libertação. Moisés é agora incubido a ir o Faraó para exigir a liberdade para o seu povo e questiona, pois se seu próprio povo não escutara o chamado, como iria o Faraó escutar?

Nesse momento ha a indicação de algo que acontece também em nossa vida, quando recebemos um chamado, mas mergulhados em conflitos emocionais e pressionados pela pesada batalha da sobrevivência, deixamos de escutá-lo.

A porção da Torá acontece em um momento muito especial, quando Plutão avança pelo signo de capricórnio, e o ser humano, como nunca, questiona o significado da palavra realização. Mudanças profundas à caminho: um chamado para a auto-transformação.

Shalom!

Atenção: Para os que desejam estar mais conectados com as fendas e práticas da Cabala, temos o grupo 72 Nomes de Deus - Portal da Cabala no facebook, cujo objetivo é criar um grupo bem concentrado no trabalho de libertação. 
A seguir a mini-aula.


[]s Ian Mecler. 


Aguardem na próxima semana
 estudo 15ª Conexão - LEMBRAR-SE DE SI


quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

ANIVERSARIO DE L. C. SAINT-MARTIN - 18 de janeiro


Com muita alegria registramos que no dia 18 de janeiro comemoramos o aniversário de nascimento de nosso Venerado Mestre, Louis-Claude de Saint-Martin.

Místico profundo, filósofo iluminado, praticante daquilo que entendia como valores elevados, como a ética, honestidade, amorosidade, desejava transformar o “velho homem” em um “novo homem”, realizado e consciente de si.

Deixou para a humanidade grandes obras que, em geral, têm o objetivo de explicar as relações entre Deus, a Natureza e o Ser Humano. Inspirou a criação da Tradicional Ordem Martinista, que perpetua pela Iniciação e Conhecimento este precioso depósito, oferecendo na prática os meios de promover a Reintegração Mística.


A doutrina de Saint-Martin é clara e simples. Sua verdade pode ser percebida facilmente por qualquer homem de boa vontade, pois este místico francês primeiro adquiriu o conhecimento das leis divinas e então moldou sua doutrina de acordo com elas. A obra de sua vida imortalizou seu nome não apenas em seu próprio país como também ao redor do mundo, pois o resquício de luz que se inicia na própria fonte universal da luz brilha inelutavelmente para toda a humanidade.



Os ensinamentos de Saint-Martin são, sem exceção, aplicáveis a toda a Humanidade. Considerava a fraternidade (e não a igualdade) a base de toda a vida social e propugnava a união de todos os seres humanos em nome do amor. Justiça e caridade, força e fraqueza, só podem encontrar seu ponto de equilíbrio pela e na fraternidade. Assim, a Tradicional Ordem Martinista - que é uma das Fraternidades Martinistas que preserva os ensinamentos de Louis-Claude de Saint-Martin - propugna que a felicidade dos homens é dependente e proporcional à felicidade de cada um de seus membros e na união de todos pela fraternidade, que propicia uma verdadeira igualdade pelo equilíbrio estável de direitos e de deveres. A resultante desses dois lados do triângulo conduz ao terceiro - a liberdade - que determina a segurança e a preservação de todos. Mas, nada poderá acontecer efetivamente sem Humildade e Caridade.



Os martinistas  entendem que para progredir na Senda da Reintegração não é a cabeça que é preciso empenhar e sim o Coração. É no Coração - o templo sagrado e alquímico de transmutação do homem antigo no homem perpétuo - que serão encontradas as Sete Fontes Sacramentais, as Sete Colunas, que harmonizarão e fertilizarão todas as regiões do ser do homem. Dessa Alquimia Transcendental e perene manifestar-se-ão, para sempre, a Sabedoria, a Força e a Magnificência.


Segundo Saint-Martin na obra O Novo Homem, essas possibilidades estão à disposição do ser humano, porque nunca dele lhe foram subtraídas, e tais maravilhas encontram-se perpetuamente no seu Coração, eis que aí têm existido desde a origem.

No discipulado, o martinista utiliza dois livros simbólicos (díade martinista): o Livro da Natureza - imenso repositório de conhecimentos - e o Livro do Homem - a ser lido por introspecção, pelo retorno ao centro do ser, pelo retorno ao Coração. Aí é o lugar para e de contemplação interior, de transmutação divina, e que se constitui na via Esotérica, Alquímica e Secreta de e para todos os seres, martinistas ou não. Nesse processo, o homem velho acaba por ceder lugar ao Homem Novo. Essa regeneração foi definida por Saint-Martin como uma imitação interior do Cristo; e, tendo se tornado Homem-Espírito, poderá cumprir seu ministério: ser o intermediário ativo entre o Absoluto e o Universo. Este é o significado oculto da sentença: Lázaro, levanta-te. Todo Martinista (e todo místico sincero) é potencialmente um Lázaro. Um dia o homem se levantará e não haverá mais em cima ou embaixo, exterior ou interior, dentro ou fora. A comunicação será permanente e consciente, e o homem terá alquimicamente se transmutado no templo de seu Deus interior. A Jerusalém Celestial terá sido restabelecida, pois o homem foi, então, batizado pelo Fogo Sagrado do Santo Espírito. I-NRI. I-Na-Ra. I-Na-Ra-Ya. YN-RI. A Doutrina Martinista veio (re)anunciar, portanto, a Era do Cristo Cósmico, que já começa a se revelar na alma de todos os seres, que, ainda que vacilantemente, estão começando a perceber que a insistência em chafurdar em valores transitórios, subalternos e ilusórios só pode conduzir a sofrimentos e a desastres, qualquer que seja a dimensão dessas transigências, qualquer que seja a dimensão de cada tentativa. Ambas (e todas) serão sempre frustras e, muitas vezes, dolorosas..


A única Iniciação... é aquela pela qual podemos penetrar o Coração de Deus e induzir este Coração divino a penetrar o nosso.

Sobre a Verdade, Saint-Martin deixou escrito: A opressiva desventura do homem não é ignorar a existência da verdade, mas interpretar erroneamente sua natureza.

O Martinismo é, portanto e minimamente, como admite um espiritualista contemporâneo, o caminho do equilíbrio entre a ciência e a religião. É, assim, um método desenvolvido e destinado a facilitar a compreensão da existência da harmonia entre todas as coisas e o empenho da prática cristã do Amor Universal.


Alquimia Interior – cujos instrumentos são a devoção, a dedicação e o estudo – que é proporcionada ao operador, ao Buscador, ou, ainda, ao estudante para poder servir altruisticamente. O Martinismo, primordialmente, como já foi dito, tenta conciliar a Ciência com a Religião, e isto é Conhecimento que suplanta a Fé cega, que, no inexistente tempo, também será transmutado em Santa Sabedoria –› ShOPhIa.

Como todo Martinista sabe (qualquer que seja a Ordem Martinista a que pertença), não se julga um Irmão pela riqueza ou pela pobreza do berço que o embalou, e sim pela fraternidade que une os seres que possuem gravados em seus íntimos a mesma Iniciação e a mesma paternidade espiritual. Este é o elo iniciático, místico, fraterno, histórico e tradicional que une todos os Martinistas de todas as Fraternidades.


De qualquer forma, repito: Louis-Claude de Saint-Martin renunciou à  senda externa - em proveito da SENDA INTERNA. O caminho era o interior. Saint-Martin desejava: entrar no Coração da Divindade e fazer a Divindade entrar em seu Coração. Acreditava - e eu também acredito - que, com o advento do Cristo Cósmico, o homem pode ter acesso ao Reino Divino sem intermediários. Evocar ao invés de invocar. Dentro e não fora. Interior e não exterior. A ascese interior é o caminho, e, nesse sentido, é no Coração do homem que tudo deve acontecer. A este processo Místico-Alquímico-Iniciático os Martinistas, particularmente os membros da TOM, denominam, como já foi dito e deve ser repetido, de SENDA CARDÍACA.

Fonte:  pax profundis.org

PORTAL DA CABALA - Mini-Aula de Torá - Conexão: 13 - A REVELAÇÃO


14 A 21/01/2017
Conexão da Semana: A REVELAÇÃO       

A porção da torá desta semana, a primeira do livro do Êxodo, relata uma história que fala de muitos confrontos: a de Moisés, aquele que retirou o povo hebreu da escravidão. Como se sabe, ele foi criado no palácio real, mas um dia, já crescido, ao defender um escravo, acabou matando o guarda e por isto teve que se afastar.

Durante o exílio, Moisés viveu em uma cidade vizinha. E foi lá que ele recebeu pela primeira vez a revelação divina. Diante da sarça ardente, que jamais se consumia. Ele pergunta quem é Deus e tem como resposta: "Eu sou o que sou". 
Aqui ele descobre onde se encontra Deus e toda a força da eternidade: em um estado de total presença e aceitação. Esta semana aprendemos a respirar, observar e aceitar. Faça isto e você também estará pronto para uma grande revelação.
 
Shalom!   
Atenção: Nesta semana temos um link com uma mini-aula e um outro focado no exercício da semana. 
 
Mini-Aula: http://www.youtube.com/watch?v=-C8RzkQ4fNc
Exercício da semana: http://www.youtube.com/watch?v=QglF9LniYNk
 
[]s Ian Mecler.


Aguardem na próxima semana
 estudo 14ª Conexão - O CHAMADO

PORTAL DA CABALA - Mini-Aula de Torá - Conexão: 12 - Sementes de Luz


07 A 14/01/2017
Conexão da Semana: O SEMENTES DE LUZ

Esta porção da torá, a última do livro de Gênesis, trata basicamente da morte de Jacob. Como grande patriarca que foi, embora já muito debilitado, Israel (este é seu novo nome) chama a família para definir sua linha sucessória.

Aqui são definidas as "12 tribos de Israel". São codificadas e provavelmente a primeira grande aula de astrologia da humanidade. Falam, acima de tudo, sobre 12 aspectos que o verdadeiro buscador espiritual precisa desenvolver 
Uma das passagens mais interessantes desta porção se dá quando, após a morte do pai, os irmãos de José vão a ele pedir clemência, com medo de serem punidos pelo grande mal que haviam lhe feito muitos anos antes. Ao ouvir aquilo ele chora e diz: “Não temais, acaso estou eu no lugar de Deus?”.
 
Esta pequena frase é especial, pois não são poucas as vezes em que nos inquietamos com a sensação da falta de justiça em uma situação e nos corroemos por dentro. Perda de tempo, porque, de uma forma ou de outra, a justiça sempre se faz.

Nesta semana nos livramos de julgamentos e culpas e utilizamos esta mesma energia para plantar sementes construtivas. 

Shalom! 

Atenção:  Sermana que vem vamos iniciar o 2o livro da Torá, Exodo, que fala de libertação. Ótimo momento para partirmos com mais determinação em direção ao nosso Despertar! 

A seguir a mini-aula da semana.
 
Mini-Aula:https://www.youtube.com/watch?v=9cakRMB-CPM
 
[]s Ian Mecler.


Aguardem na próxima semana
 estudo 13ª Conexão - A REVELAÇÃO